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Um banco para enfrentar a intensa competição

O anúncio da criação do Itaú Unibanco, em novembro de 2008, a maior fusão bancária já ocorrida no Brasil, ocorreu em um momento singular da evolução do setor financeiro e da economia mundial. A crise precipitada pelo colapso do mercado financeiro norte-americano criou um ambiente favorável para a integração das operações de Itaú e Unibanco. A associação entre duas grandes instituições financeiras concorrentes reflete a busca por operações de grande porte e resulta numa empresa apta à competição global, bem como preparada para garantir a oferta de crédito e a solvência do próprio sistema do qual faz parte.


A intensificação da competição no mercado bancário brasileiro pode ser exemplificada pela incorporação do ABN Amro Real, em 2007, pelo Santander, que já havia incorporado as operações do Banespa. Pois assim surgiu, no cenário brasileiro, um grande competidor local, com volume de capital e presença nacional e internacional consideráveis.


Por sua vez, o Itaú e o Unibanco, dois bancos de capital nacional, estavam entre os dez maiores bancos do País. Juntos, hoje, eles ocupam a liderança do mercado interno e se tornaram, também, uma das maiores instituições financeiras do mundo, capaz de competir e expandir-se globalmente. Em seguida à criação do Itaú Unibanco, o Banco do Brasil, do Governo Federal, anunciou a compra da Nossa Caixa e do Banco Votorantim, aquisições que tornaram o mercado ainda mais competitivo.

A crise financeira, iniciada nos EUA, estendeu seus primeiros efeitos ao Brasil em agosto do ano passado, provocando uma grande desvalorização do Real perante o Dólar. Com a escassez das linhas externas de financiamento, as empresas brasileiras com presença internacional passaram a buscar crédito no mercado local. Ao mesmo tempo, para manter sua liquidez e antevendo o aumento da inadimplência, os grandes bancos brasileiros tornaram-se mais conservadores na concessão de crédito.


Este é o cenário dos primeiros passos do Itaú Unibanco. Apesar da turbulência externa, o banco confia na maturidade da economia brasileira e na força da instituição criada. A boa situação macroeconômica do País e a base robusta de 35 milhões de clientes do Itaú Unibanco no mercado nacional asseguram a capacidade de geração de resultados, nos próximos anos.

A expectativa do Itaú Unibanco para 2009 é que este será um ano especialmente difícil, em razão do pronunciado desaquecimento da economia mundial, com menos crescimento econômico, aumento do desemprego, redução do poder aquisitivo da população e consequente redução dos investimentos das empresas e da demanda por crédito individual e corporativo. Mas, analistas econômicos estimam que o Brasil será menos afetado do que as principais economias mundiais, possibilidade que, por si só, deverá abrir novas perspectivas.


Consolidação nacional e expansão mundial

O Itaú Unibanco nasce para ser referência em performance no sistema financeiro internacional. A união das operações, das culturas e dos talentos das duas instituições que lhe deram origem torna o banco apto a consolidar sua liderança no mercado nacional e a competir com as maiores empresas do setor no mundo.

Em 2009, com a prioridade na integração (veja capítulo Caminho da integração), o Itaú Unibanco concentrará esforços no mercado nacional, para, posteriormente, expandir-se por outros países. Os objetivos são buscar sinergias entre os negócios e oferecer o que há de melhor nas antigas operações. Como um exemplo, a combinação da excelência na geração de receitas do Itaú com a eficiência do controle de despesas do Unibanco abre boas perspectivas.

Uma vez concluída a integração total das operações, estimada para ocorrer em cerca de dois anos, o Itaú Unibanco trabalhará sua escalada internacional, provavelmente, pela América Latina, por sua proximidade geográfica, cultural e econômica com o Brasil. A expectativa é que a expansão ocorra por meio de fusões e associações, com ênfase em produtos como cartões de crédito e seguros.

Prioridades estratégicas Itaú Unibanco

  • Consolidar liderança no mercado brasileiro;
  • Integrar operações de Itaú e Unibanco, buscando sinergias e ganhos de escala;
  • Expandir-se internacionalmente, com ênfase no mercado da América Latina.