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Anexos

Neste capítulo você conhecerá as principais estruturas decisórias e de monitoramento do Itaú Unibanco.

  • Composição do Conselho de Administração e dos comitês
  • Histórico de adoção de boas práticas de gestão e prestação de contas
  • Procedimentos para minimizar os riscos da operação
  • Evolução da gestão da ética

SAIBA MAIS

> Currículo dos membros do Conselho de Administração do Itaú Unibanco

SAIBA MAIS

> Currículo dos membros do Comitê Executivo do Itaú Unibanco

SAIBA MAIS

> Currículo dos membros do Comitê Executivo do Itaú BBA

SAIBA MAIS

> Sobre a Política de Risco Socioambiental para o Crédito

14 membros

compõem o Conselho de Administração do Itaú Unibanco, sendo três deles independentes

1.116 empresas

foram avaliadas, em 2008, pelo Banco Itaú, sob os critérios de sua Política de Risco Socioambiental

R$ 961,8 milhões

foi o volume de participação do Unibanco em financiamentos de acordo com os critérios dos Princípios do Equador

Reorganização Societária

A associação entre Itaú e Unibanco envolve uma reorganização societária, que resulta da migração dos acionistas do Unibanco Holdings S.A. e Unibanco – União de Bancos Brasileiros S.A., mediante incorporações de ações, para a companhia aberta Itaú Unibanco, antigo Banco Itaú Holding Financeira S.A. A nova empresa tem controle compartilhado, em partes iguais, por meio da Iupar (Itaú Unibanco Participações S.A.), entre a Itaúsa (Investimentos Itaú S.A.) e os controladores da Unibanco Holdings.

Em 9 de dezembro de 2008, pouco mais de um mês após o anúncio de sua criação, o Itaú Unibanco realizou, em São Paulo, sua primeira reunião Apimec, que registrou o público recorde de 735 pessoas. No evento, o presidente do Conselho de Administração, Pedro Moreira Salles, e o presidente executivo, Roberto Setubal, apresentaram ao mercado o perfil da nova instituição, suas prioridades estratégicas e os desafios da integração entre as operações de Itaú e Unibanco.

Estruturas de governança

A estrutura de governança corporativa do Itaú Unibanco segue a mesma diretriz observada na integração dos processos e dos negócios das instituições que lhe deram origem: a adoção das melhores práticas existentes no Itaú e no Unibanco. Até o momento em que se associaram, em novembro de 2008, ambas as instituições aprimoraram, ano a ano, suas instâncias de monitoramento e relacionamento entre acionistas, Conselho de Administração, Diretoria e comitês. A transparência e a busca pela geração de valor perene são heranças preservadas pelo Itaú Unibanco. A Política de Governança Corporativa, que apoia a busca de excelência em governança corporativa e visa fortalecer e criar as melhores condições para o desenvolvimento das subsidiárias, está disponível para consulta no site de Relações com Investidores do Itaú Unibanco, na seção Governança Corporativa (www.itauunibancori.com.br).

Composição acionária

As ações ordinárias do Unibanco e da Unibanco Holdings foram substituídas por ações ordinárias do Itaú Unibanco, observando a mesma relação de troca negociada entre as partes para a substituição das ações ordinárias dos controladores da Unibanco Holdings.

Para as ações preferenciais, a relação de troca foi fixada com base na cotação média de mercado, na Bolsa de Valores, Mercadorias & Futuros (BM&FBOVESPA), nos 45 pregões anteriores ao anúncio da associação, das Units (UBBR11) e das ações preferenciais do Banco Itaú Holding Financeira S.A.. Tanto as Units do Unibanco quanto as ações preferenciais do Banco Itaú Holding Financeira S.A. integram o IBX-50 e o Ibovespa, além de serem negociadas no pregão da Bolsa de Valores de Nova York.

Relações de troca de ações*

Valor mobiliário Relação de troca
ON UNIBANCO 1,1797 = 1
ON UNIBANCO HOLDINGS 1,1797 = 1
UNIT 1,7391 = 1
PN UNIBANCO 3,4782 = 1
PN UNIBANCO HOLDINGS 3,4782 = 1
GRDs 0,17391 = 1
Obs.: quantidade de ações do Unibanco e da Unibanco Holdings para cada ação do Itaú Unibanco Banco Múltiplo

Conselho de Administração

O Conselho de Administração do Itaú Unibanco é composto por 14 membros.

Eleitos pela Assembleia Geral de Acionistas, em 28 de novembro de 2008, os conselheiros têm mandato de um ano e foram escolhidos com base nos critérios de conhecimento macroeconômico e experiência executiva em negócios.

O Conselho de Administração tem como atribuições dar a orientação geral dos negócios, eleger e destituir membros da Diretoria e definir suas atribuições, fiscalizar a gestão dos diretores e convocar a Assembleia Geral dos Acionistas. Cabe, ainda, ao órgão manifestar-se sobre o relatório de administração e as contas da Diretoria, escolher e destituir os auditores independentes, deliberar sobre a distribuição de dividendos intermediários e sobre o pagamento de juros sobre o capital próprio. Também é responsabilidade do Conselho de Administração deliberar sobre a aquisição das próprias ações e sobre a aquisição e o lançamento de opções de venda e compra; eleger e destituir os membros dos conselhos Consultivo e Consultivo Internacional e dos comitês de Nomeação e Remuneração, de Auditoria, de Gestão de Riscos e de Capital, de Políticas Contábeis e de Divulgação e Negociação.

Por fim, cabe, também, ao Conselho de Administração aprovar as regras operacionais do Comitê de Auditoria e tomar ciência das atividades desse comitê; tomar ciência das atividades e referendar as deliberações dos comitês de Gestão de Riscos e de Capital, de Políticas Contábeis e de Divulgação e Negociação; e sancionar as deliberações do Comitê de Nomeação e Remuneração.

Conselho de Administração

Presidente
Pedro Moreira Salles

Vice-presidentes
Alfredo Egydio Arruda Villela Filho
Roberto Setubal
(também diretor-presidente)
Conselheiros
Alcides Lopes Tápias
Alfredo Setubal
Cândido Botelho Bracher
Fernando Roberto Moreira Salles
Francisco Eduardo de Almeida Pinto
Guillermo Alejandro Cortina
Gustavo Jorge Laboissiere Loyola
Henri Penchas
Israel Vainboim
Pedro Luiz Bodin de Moraes
Ricardo Marino

Comitês executivos

Existem dois comitês executivos responsáveis pela administração e representação do Itaú Unibanco. O Comitê Executivo do Itaú Unibanco é responsável por todas as operações do conglomerado, exceto as de banco de atacado, que estão sob a responsabilidade Comitê Executivo do Itaú BBA. Ambos os comitês respondem ao Conselho de Administração da instituição.

Os membros dos dois comitês faziam parte das diretorias de Itaú, Unibanco e Itaú BBA e foram escolhidos, com base em suas competências, para liderar o desempenho do novo banco, executando suas estratégias.

Comitê Executivo Itaú Unibanco

Diretor Área
Roberto Setubal Presidência
Alfredo Setubal Wealth Management e Serviços para o Mercado de Capitais
Antonio Matias Marketing
Antonio Carlos B. Oliveira Tecnologia, Jurídico e Compliance
Geraldo Carbone Agências
José Castro Araújo Rudge Seguros
Marcio Schettini Cartões e Financeiras
Marco Bonomi Veículos e Crédito Imobiliário
Marcos Lisboa Risco Operacional, Eficiência e Projeto Integração
Ricardo Marino Pessoas e Unidades Externas
Ruy Moraes de Abreu Empresas
Sérgio Werlang Riscos e Finanças

Comitê Executivo Itaú BBA

Diretor Área
Candido Bracher Presidência
Alberto Fernandes Comercial e Produtos
Antonio Carlos B. Oliveira Informática, Jurídico, Controles e Operações
Daniel Gleizer Tesouraria Institucional
Jean Marc Etlin Banco de Investimentos
Rodolfo Fischer Tesouraria Institucional

Comitê de Auditoria

O Comitê de Auditoria é composto por cinco membros, cujas atribuições são: a supervisão dos processos de controles internos, a administração de riscos e a supervisão das auditorias interna e independente.

Os integrantes desse comitê são responsáveis por zelar pela qualidade e integridade das demonstrações financeiras da sociedade, pelo cumprimento das exigências legais e regulamentares, pela atuação e independência das empresas de auditoria e pela qualidade dos sistemas de controle interno e de administração de riscos.

Composição do Comitê da Auditoria

Presidente
Gustavo Jorge Laboissiere Loyola

Membros
Alcides Lopes Tápias
Eduardo Augusto de Almeida Guimarães
Guy Almeida Andrade
Tereza Cristina Grossi Togni

Outros conselhos e comitês

O Itaú Unibanco possui, ainda, outros três conselhos – Conselho Fiscal, Conselho Consultivo e Conselho Consultivo Internacional – e quatro comitês – Comitê de Nomeação e Remuneração, Comitê de Gestão de Riscos e de Capital, Comitê de Políticas Contábeis e Comitê de Divulgação e Negociação.

Órgãos colegiados internos

A Diretoria Executiva conta, para a coordenação da ação administrativa, com os órgãos colegiados a seguir relacionados:

Comissão Superior Itaú Holding
Comissão Superior de Ética
Comissão Superior de Crédito
Comissão Superior de Administração de Riscos Financeiros
Comissão Superior de Políticas Contábeis
Comissão Superior Tributária
Comissão Superior de Auditoria
Gestão de Riscos Operacionais

Práticas de gestão e prestação de contas

O Itaú Unibanco herda das instituições que lhe deram origem a tradição de estar alinhado às melhores práticas de governança corporativa e prestação de contas do mercado. Ao longo de suas trajetórias, Itaú e Unibanco estabeleceram políticas corporativas, estruturas de gestão e procedimentos de transparência que visam garantir imparcialidade nas tomadas de decisões e rapidez na capacidade de reação às mudanças de cenário. O mercado reconhece esses esforços de diversas maneiras, entre as quais a inclusão dos papéis de ambas as instituições no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da Bolsa de Valores, Mercadorias & Futuros (BM&FBovespa), para a carteira de 2008/2009. O Itaú, por sua vez, é o único banco da América Latina a fazer parte do Dow Jones Sustainability Index em todas as suas edições.

O Itaú Unibanco conta com administração profissional, com membros independentes no Conselho de Administração e outros conselhos e comitês. A pulverização acionária, realizada por meio da emissão de ações negociadas nas bolsas de valores de São Paulo, Buenos Aires e Nova York, reforça o caráter democrático da instituição.

A transparência na prestação de contas ao mercado apoia-se na adesão ao Nível 1 de governança corporativa da BM&FBovespa e à lei norte-americana Sarbanes-Oxley, que exige a adoção de uma série de procedimentos de controles internos e gestão de riscos. A política de divulgação inclui a publicação de resultados trimestrais e de informativos, além da realização de conferências, roadshows e reuniões públicas e periódicas com analistas.

Internamente, o Itaú Unibanco possui procedimentos para assegurar a conduta ética de seus colaboradores e parceiros, incluindo políticas de controles internos, de relação com investidores, de segurança da informação e de prevenção à lavagem de dinheiro, entre outras. Os colaboradores do conglomerado participam, periodicamente, de treinamentos sobre esses procedimentos e os princípios éticos a serem seguidos no dia a dia das operações. Em 2008, cerca de 40 mil colaboradores do Itaú Unibanco passaram por treinamentos sobre políticas e procedimentos anticorrupção.

No mesmo ano, o Itaú publicou sua Política Corporativa de Combate à Corrupção e à Propina, que abrange 100% das unidades de negócio do conglomerado financeiro. Em 2009, serão implementadas as práticas de monitoramento do cumprimento dessa política. No Unibanco, seis unidades (banco, corretora, empresas de cartões, seguradora, previdência e capitalização) foram submetidas a avaliações de indícios de lavagem de dinheiro por meio de monitoramento da área de Compliance Prevenção à Lavagem de Dinheiro.

O Itaú Unibanco não registrou, em 2008, nenhum caso de corrupção envolvendo colaboradores ou parceiros. Todas as denúncias são apuradas com profundidade e, em caso de fortes evidências e provas materiais ou testemunhais, os colaboradores são desligados por justa causa e os parceiros comerciais têm seu relacionamento com o banco rompido.

A Política de Regras Operacionais de Negociação de Ações para Tesouraria, por sua vez, estabelece os parâmetros que serão observados pelo Itaú Unibanco na negociação de suas ações, no mercado à vista ou no de opções, para manutenção em tesouraria, cancelamento ou alienação. As regras visam assegurar a todos os interessados e agentes de mercado o compromisso da companhia com elevados padrões de governança corporativa, transparência e lisura na realização de tais operações.

Histórico das práticas de governança

Itaú

1964

  • Instituição do primeiro Conselho de Administração

1986

  • Órgãos colegiados internos

1988

  • Comitê Consultivo Internacional

1995

  • Plano de Outorga de Opções de Ações

1996

  • Reunião pública com associados da Apimec e roadshows

1999

  • Inclusão no Dow Jones Sustainability Index (presente desde então)

2000

  • Código de Ética Corporativo Website de Relações com Investidores
  • Conselho Fiscal

2001

  • Nível 1 de Governança Corporativa da Bovespa
  • Conselheiros independentes

2002

  • Comitês de Divulgação e Negociação
  • ADRs Nível II
  • Tag Along

2003

  • Ações Itaú em Foco, informativo trimestral direcionado a acionistas e investidores

2004

  • Comitê de Auditoria
  • Adesão aos Princípios do Equador
  • Regras operacionais para a Tesouraria

2005

  • Comitê de Nomeação e Remuneração
  • Comitê Executivo e Comissão de Responsabilidade Socioambiental
  • Inclusão no Índice de Sustentabilidade Empresarial, da BM&FBovespa

2006

  • Certificação da seção 404 da Lei Sarbanes-Oxley

2007

  • Adesão ao Manual de Controle e Divulgação de Informações Relevantes da Abrasca

2008

  • Comissão Executiva de Sustentabilidade
  • Elaboração e publicação da Política de Governança Corporativa
  • Inclusão no Dow Jones Sustainability Index pela 9.ª vez consecutiva e no Índice de Sustentabilidade Empresarial, da Bovespa, pela 4.ª vez consecutiva

Unibanco

1965

  • Instituição do primeiro Conselho de Administração

1968

  • Ações negociadas na Bovespa

1987

  • Demonstrações financeiras de acordo com USGAAP
  • Ações listadas na Bolsa de Valores de Nova York

1988

  • Plano de Outorga de Opções de Ações

1991

  • Código de Ética Corporativo

1997

  • ADRs Nível III

1999

  • Reunião pública com associados da Apimec

2000

  • Website de Relações com Investidores

2001

  • Nível 1 de Governança Corporativa da Bovespa
  • Criação do Plano de Outorga de Opções de Ação

2002

  • Comitê e Política de Divulgação

2003

  • Instituição de conselheiros independentes

2005

  • Comitê e Política de Negociação

2007

  • Adesão ao Manual de Controle e Divulgação de Informações Relevantes da Abrasca
  • Criação do Comitê de Sustentabilidade
  • Certificação da seção 404 da Lei Sarbanes-Oxley

2008

  • A UAM (Unibanco Asset Management) adere aos PRI (Princípios para Investimento Responsável), conjunto de critérios sociais, ambientais e de governança corporativa na tomada de decisão de investimentos

2008

  • Itaú Unibanco
    Criação da Política de Sustentabilidade do Itaú Unibanco, com base na unificação das políticas das duas instituições

Gestão de crises

Grandes negociações e incidentes em agências são exemplos de situações que expõem a imagem do banco e, por isso, requerem planos de ação específicos. O Itaú Unibanco possui procedimentos para dar respostas rápidas, em situações emergenciais que o envolvam – e também para agir preventivamente, como nos casos de adequação a novas regulamentações. Prova disso foi o tratamento dado, em 2008, por Itaú e Unibanco, a casos dessa natureza.

Em setembro de 2008, quando surgiram notícias sobre a dificuldade financeira pela qual passava a seguradora American International Group (AIG) – que oferece seguros para instituições bancárias financiadoras do mercado imobiliário norte-americano –, o Unibanco posicionou-se sobre o assunto por meio da imprensa. O objetivo foi esclarecer que sua sociedade com a AIG no Brasil não teria seus resultados afetados pelo ocorrido nos EUA.

Outro exemplo de atuação preventiva foi a participação do Comitê de Crises do Itaú nos trabalhos que envolveram a implementação do novo Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), adequado à nova regulamentação. A atuação da Gestão de Crises foi manter o acompanhamento das estratégias de ações preventivas e o alinhamento do grupo de trabalho responsável pela adequação do SAC do Itaú, visando identificar vulnerabilidades e se antecipar a cenários desfavoráveis, minimizando impactos de imagem e à reputação do banco. Dentre os projetos realizados, destacam-se o plano de contingência para abertura de solicitações de clientes e a revisão de processos de tratamento de reclamações de clientes, com foco na redução do tempo de resposta.

Ao longo de 2008, foram formados diversos outros comitês no Itaú, como o Comitê de Crise que atuou após o assalto ocorrido em 21 de julho, em uma agência de Campinas, prestando toda a assistência médica e psicológica às vítimas envolvidas e satisfazendo prontamente as expectativas dos clientes na condução de situações dessa natureza.

Faz parte do modelo de gestão de crises, implantado em todas as áreas do Itaú, em 2008, o plano de continuidade de negócios, que organiza os processos e os procedimentos necessários para garantir a continuidade do funcionamento dos serviços críticos, mesmo em situações de crise. O acionamento adequado desses planos preserva a integridade de pessoas, bens, sistemas, informações e, consequentemente, a reputação da instituição. Também existem, além de um plano de contingência específico para as agências, planos de contingência de local de trabalho para os colaboradores responsáveis por atividades críticas, como trading, centrais de atendimento e funções críticas de tesouraria, back-office, operação, suporte e desenvolvimento.

Do ponto de vista tecnológico, o Itaú possui um site alternativo (secundário) de processamento, localizado a cerca de 100 quilômetros do site principal. Para efeito de recuperação de desastres, os dados necessários para a retomada de todos os serviços críticos são replicados em tempo real. Recursos de tecnologia necessários (computadores, rede, discos) estão disponíveis no site alternativo e foram dimensionados para atender a esses serviços, com comprovação efetuada por meio de sua utilização em testes periódicos.

Gestão de riscos

A gestão de riscos é um instrumento fundamental para otimizar o uso do capital e selecionar as melhores oportunidades de negócios, a fim de obter para os acionistas a melhor relação risco-retorno. O processo de gerenciamento de riscos do Itaú Unibanco utiliza ferramentas de análise que permitem a realização de operações sofisticadas e rentáveis, de forma segura.

Com a associação entre Itaú e Unibanco, a área de riscos do novo banco incorpora as melhores soluções adotadas pelas duas instituições. O Comitê de Gestão de Riscos e de Capital, formado com base nas práticas de governança corporativa recomendadas por organismos internacionais e pelo Acordo de Basileia II, é o órgão máximo dessa estrutura. Ele é responsável por estabelecer limites de exposição às diversas categorias de risco e por acompanhar a implementação das políticas e metodologias de gestão.

Duas diretorias – a de Risco Operacional, Eficiência e Projeto Integração e a de Riscos e Finanças – têm a função de unificar as práticas de gerenciamento de riscos numa única visão de negócios, além de prestar contas à Alta Administração sobre os resultados desse monitoramento.

Com essa estruturação, a área de gestão de risco dá suporte a todas as operações do banco, mensurando o risco de inadimplência de cada operação, as garantias necessárias, o spread que deve ser cobrado e o custo de capital pela alocação dos recursos para cumprir as determinações das regras de Basileia II. Dessa forma, é possível precificar cada transação individualmente, o que traz um custo mais justo ao cliente e maior segurança aos acionistas.

Principais categorias

Risco de crédito

Esse risco provém de todas as transações que provocam direitos efetivos, contingenciais ou potenciais contra uma determinada contraparte (devedor). É, normalmente, o principal risco enfrentado pelos bancos e é associado com a probabilidade do não recebimento do direito, ou seja, a inadimplência. Decorre de todas as atividades nas quais o êxito depende de cumprimento pela outra parte, emitente ou tomador.

No Itaú Unibanco, o gerenciamento de risco em crédito consiste em: identificar os riscos existentes e potenciais de uma transação; estabelecer e monitorar limites de risco de crédito em níveis aceitáveis pela Alta Administração; definir rígida estrutura de comitês e alçadas de aprovação; aprovar políticas, procedimentos e metodologias de crédito consistentes com os limites de risco previamente estabelecidos; e alocar de forma coerente o capital econômico com os riscos incorridos.

Risco de mercado e liquidez

O risco de mercado tem origem na variação do valor de ativos e passivos, causada por mudanças nos preços e nas taxas de mercado, como juros, ações, commodities e cotações de moedas estrangeiras.

A estratégia de gerenciamento desse risco, no Itaú Unibanco, visa balancear os objetivos de negócio da empresa com seu apetite a risco, considerando os seguintes aspectos: conjunturas política, econômica e de mercado; portfólio de risco de mercado da instituição; e expertise para atuar em mercados específicos. Os procedimentos são submetidos a revisões periódicas, com o intuito de se manterem alinhados às melhores práticas de mercado e aderentes aos processos de melhoria contínua do banco.

O risco de liquidez, por sua vez, representa a possibilidade de as reservas de uma instituição não serem suficientes para honrar suas obrigações no momento em que ocorrem, ou seja, a incapacidade momentânea de quitar compromissos, em função de um descompasso no fluxo de caixa. Isso pode ocorrer em decorrência do descasamento de prazo ou de volume entre os recebimentos e os pagamentos previstos.

Apesar da crise financeira internacional, o Itaú Unibanco manteve níveis confortáveis de liquidez, no Brasil e no exterior, no final de 2008. O Índice de Basileia do novo banco girava em torno de 16,1%, bem acima do mínimo de 11% exigido pelo Banco Central. Isso foi possível em função das bases sólidas e diversificadas de captação, seja no mercado interbancário, seja com clientes, e do redimensionamento da carteira de títulos ocorrido em 2008.

Indicadores de risco de mercado

A figura abaixo consolida o VaR (value at risk) Global Consolidado, abrangendo as carteiras de Unibanco, Itaú BBA, Banco Itaú Europa, Banco Itaú Argentina, Banco Itaú Chile, Banco Itaú Uruguai e a carteira estrutural do Itaú. As carteiras do Itaú e do Itaú BBA são observadas conjuntamente, segregadas por fator de risco.

O consolidado Itaú Unibanco manteve sua política de operar dentro de limites relativamente baixos. Os valores em risco do consolidado médio e máximo foram afetados pelas volatilidades dos principais fatores de risco internos e externos, que oscilaram fortemente, ao longo do segundo semestre de 2008, atingindo seus valores mais elevados no final de novembro e início de dezembro, retornando, porém, a níveis menos elevados ao final do ano, redução observada nos valores do VaR de 31 de dezembro de 2008.

Pode-se constatar que a diversificação dos riscos das unidades de negócios é significativa, permitindo ao conglomerado manter uma exposição total ao risco de mercado muito reduzida, quando comparada ao seu capital.

VaR do Banco Consolidado (R$ milhões)

Itaú Unibanco Itaú
  VaR por fator de risco 31/dez/08 31/dez/08 30/dez/07
  Prefixado 159,3 159,3 97,1
TR 13,8 13,8 7,6
Índices de Inflação 4,6 4,6 10,0
Cupom Cambial 16,6 16,6 14,3
Variação Cambial – Dólar 17,2 17,2 6,7
Títulos Privados e Soberanos no Exterior 22,2 22,2 12,1
Renda Variável 15,5 15,5 16,4
Juros Externos 7,8 7,8 4,1
Commodities 0,0 0,0 0,4
Variação Cambial – Outras Moedas 1,0 1,0 1,0
Outros 8,6 8,6 0,9
Banco Unibanco 161,6 - -
Banco Itaú Europa 5,9 5,9 1,5
Banco Itaú Argentina 5,1 5,1 1,6
Banco Itaú Chile 1,1 1,1 1,2
Banco Itaú Uruguai 2,8 2,8 -
Efeito de Diversificação (97,9) (98,1) (56,6)
VaR Global Total 345,3 183,7 118,2
VaR Máximo 814,6 673,4 312,3
VaR Médio 263,0 165,5 117,3
VaR Mínimo 126,6 65,1 48,8

(*) Não considera o portfólio da Mesa Carteira Própria. Considera o efeito dos ajustes fiscais

Risco operacional

É definido como a possibilidade de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos ou de eventos externos. A estratégia do Itaú Unibanco para minimizar o risco operacional inclui um conjunto de princípios, procedimentos e instrumentos que proporcionam uma permanente adequação desse gerenciamento à natureza e à complexidade de produtos, serviços, atividades, processos e sistemas.

O Itaú Unibanco utiliza um modelo gerencial de avaliação econômica por linha de negócios, com quantificação dos riscos operacionais incorridos por meio de modelos estatísticos, que permitem a constituição de provisão para perdas esperadas e a alocação de capital para perdas não esperadas. Esse mecanismo proprietário possibilita maior refinamento do processo de apreçamento de produtos e serviços oferecidos pela instituição e segue os critérios do Novo Acordo de Capital da Basileia, nos prazos estabelecidos pelo regulador.

Risco de subscrição

É o risco associado à probabilidade de erro no preço do produto comercializado e/ou no cálculo das provisões técnicas referentes a produtos de seguros, considerando-se o valor de emissão do prêmio. Analogamente a Basileia II, a International Association of Insurance Supervisors (Iais) orienta as sociedades seguradoras a possuir um sistema de gerenciamento de risco, de forma a complementar o sistema de capital mínimo e de margem de solvência.

Tanto Itaú como Unibanco já utilizavam modelos para a gestão da atividade de seguros desde 2006. O Itaú antecipou a legislação de alocação de capital da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que beneficia empresas detentoras de modelo interno de gestão de riscos. A abrangência dos modelos internos vai além dos ramos previstos pelo órgão regulador, compreendendo praticamente todo o universo dos produtos relacionados a seguros.

Risco socioambiental

Princípios do Equador

Unibanco e Itaú Holding são signatários dos Princípios do Equador desde 2004. O Unibanco, inclusive, foi a primeira instituição financeira de país emergente a aderir aos Princípios. Ao adotar essas diretrizes, as instituições comprometem-se a financiar projetos desenvolvidos de forma social e ambientalmente responsável, com base em critérios internacionalmente reconhecidos, os Padrões de Desempenho da International Finance Corporation (IFC). Os Princípios do Equador também são aplicados quando o banco simplesmente atua na assessoria de estruturação de projetos. Isso implica a análise e o monitoramento socioambiental de grandes empreendimentos (valor igual ou superior a US$ 10 milhões), com benefícios para o próprio banco, seus clientes e toda a sociedade.

Em setembro de 2008, o Itaú, primeiro banco brasileiro a considerar a variável socioambiental na análise de projetos, foi nomeado para ocupar, por um ano, a principal posição de liderança dos Princípios do Equador no mundo, ocupando a cadeira de presidente do Comitê Diretivo (Chair). Essa é a primeira vez que uma instituição financeira de um país emergente assume a liderança desse grupo.

No bojo dessa função e empenhado em ampliar a consciência socioambiental, agregar valor aos debates e impulsionar o setor financeiro nesse sentido, o Itaú liderou, em parceria com a IFC e bancos brasileiros signatários dos Princípios do Equador, em dezembro de 2008, a organização do Encontro Regional Latino-Americano comemorativo ao 5.º aniversário dos Princípios do Equador. Reunidos no Rio de Janeiro, importantes atores do cenário socioambiental mundial celebraram o marco dos cinco anos e debateram o futuro e os desafios dos Princípios do Equador.

A capacitação dos profissionais é ponto-chave para a correta aplicação dos critérios dos Princípios do Equador na concessão de crédito. Por isso, em 2008, a equipe do Itaú Unibanco responsável pelas análises e monitoramentos socioambientais dos projetos financiados foi 100% treinada na aplicação dos padrões de desempenho pela própria IFC e pelo United Nations Environment Programme (Unep-FI).

Outra iniciativa de disseminação realizada em 2008 foi a condução do processo de tradução dos Princípios do Equador para o português, já disponível no site da iniciativa, e a coliderança no processo de tradução ao espanhol, a ser lançada no decorrer de 2009.

Projetos avaliados pelo Unibanco sob os critérios
dos Princípios do Equador* (em 2008)


Categoria Número de
projetos
Volume total de
investimentos** (em milhões de R$)
Volume de participação
do Unibanco
(em milhões de R$)
A 1 3.600 131,10
B 16 4.221,16 746,26
C 1 132,77 79,70
Totais 18 7.953,93 957,06
* Baixo risco (C), médio risco (B) e alto risco (A) ** Valores totais aproximados
Setores Número de
projetos
Volume total de
investimentos (em milhões de R$)
Volume de participação
do Unibanco
(em milhões de R$)
Açúcar e Álcool 8 1.440,59 236,66
Energia Elétrica 9 6.425,34 695,19
Serviços 1 88 25,22
Totais 18 7.953,93 957,06

Projetos avaliados pelo Itaú BBA sob os critérios
dos Princípios do Equador (em 2008)*

Categoria** Número de
projetos
Volume total de investimentos*** (em milhões de R$) Volume de participação do Itaú BBA (em milhões de R$)
A - - -
B 8 3.341 710
C 3 210 114
Totais 11 3.551 825
* Valores totais aproximados ** Em 2008, o Banco Itaú BBA analisou 12 projetos, sendo um deles recusado *** Valores referentes a Project Finance e Coporate Finance (investimento acima de US$ 50 milhões)
Setores Volume total de investimentos*(em milhões de R$) Volume de participação do Itaú BBA(em milhões de R$)
Açúcar e Álcool 2.651 247
Energia Elétrica 558 400
Serviços 342 177
Totais 3.551 825
* Valores totais aproximados

Princípios do Equador
Exemplos de quesitos avaliados

  • Proteção dos direitos humanos e da saúde pública e segurança da comunidade
  • Proteção do patrimônio cultural e arqueológico
  • Aquisição de terras e reassentamento involuntário
  • Impactos em povos indígenas e em sua cultura, suas tradições e seus valores
  • Prevenção da poluição e minimização de resíduos, controles de poluição e gestão de resíduos sólidos e químicos

A categorização tem base nos critérios socioambientais aplicados pela IFC (International Finance Corporation) e ganha o seguinte desenho:

Categoria A Projetos com possíveis impactos sociais ou ambientais significativos, que sejam heterogêneos, irreversíveis ou sem precedentes.
Categoria B Projetos com potencial de impactos sociais ou ambientais limitados, que sejam em número reduzido, geralmente específicos do local, amplamente reversíveis e prontamente tratados por meio de medidas mitigadoras.
Categoria C Projetos sem impactos sociais ou ambientais ou com impactos mínimos.

Política de Risco Socioambiental para o Crédito

Assim como aplica princípios de sustentabilidade em seus produtos e serviços, o Itaú Unibanco também incorpora critérios socioambientais nos processos de análise para a concessão de crédito, como forma de mitigar os riscos da operação, de estimular seus clientes a adotar práticas responsáveis e de contribuir para o desenvolvimento sustentável. O objetivo é ir além da identificação de riscos socioambientais e do cumprimento de requisitos legais, ou seja, construir um relacionamento com clientes e transmitir a postura inclusiva, multiplicadora e desenvolvedora de boas práticas socioambientais.

Desde dezembro de 2007, o Itaú, seguindo sua Política de Risco Socioambiental, adota critérios socioambientais na análise de operações de crédito acima de R$ 5 milhões, para os clientes pessoas jurídicas do conglomerado Brasil. Para os bancos Banco Itaú Chile S.A., Banco Itaú Uruguay S.A., Banco Itaú Buen Ayre S.A. e Banco Itaú Europa S.A., serão desenvolvidos, em 2009 e 2010, ferramentas próprias para análise, considerando a especificidade de cada instituição. Assim como as demais políticas que Itaú e Unibanco desenvolveram separadamente, a Política de Riscos Socioambientais para o Crédito Pessoa Juridica será unificada em 2009, abrangendo as operações de Itaú e Unibanco.

A equipe de análise socioambiental do Itaú é formada por especialistas na área e é mantida atualizada na temática. Está prevista, para este ano, a multiplicação do treinamento socioambiental para diversas áreas do banco relacionadas à concessão de crédito e ao atendimento a clientes pessoa jurídica.

Análise de Risco Socioambiental – exemplos de quesitos avaliados

  • Utilização de mão de obra infantil de forma prejudicial e/ou exploratória
  • Empresas incluídas no cadastro de empregadores que tenham mantido trabalhadores em condições análogas à de escravo (Portaria 540, de 15.10.2004, do Ministério do Trabalho e Emprego)
  • Diretrizes setoriais
  • Informações públicas
  • Questionário de autodeclaração socioambiental, respondido pelas empresas

A categorização da análise socioambiental das empresas a serem financiadas, descrita abaixo, inova por considerar a capacidade de gestão socioambiental dos clientes.

O Itaú Unibanco considera, tanto nos Princípios do Equador, como em suas políticas específicas, documentos e informações socioambientais, além de realizar visitas para verificação in loco e consultas a informações públicas. Para os processos referentes à aplicação da Política de Riscos e dos Princípios do Equador, são realizadas auditorias.

Categorização da análise socioambiental

A- Alto potencial de impacto socioambiental significativo
Baixa capacidade de gerenciamento de riscos socioambientais
Alto
B- Médio potencial de impacto socioambiental significativo
Baixa capacidade de gerenciamento de riscos socioambientais
A+ Alto potencial de impacto socioambiental significativo
Empresa com capacidade de gerenciamento de riscos socioambientais
Médio
B+ Médio potencial de impacto socioambiental significativo
Empresa com capacidade de gerenciamento de riscos socioambientais
Baixo
C Baixo potencial de impacto socioambiental significativo

Empresas avaliadas pelo Banco Itaú sob os
critérios da Política de Risco Socioambiental do
Banco Itaú Holding Financeira (em 2008)

Estimativa de número de pareceres 1.116
Aprovados com condicionante 19
Desfavoráveis 10
Visitas a clientes 6


Financiamentos corporativos do Itaú BBA sob
os critérios da Política de Risco Socioambiental do
Banco Itaú Holding Financeira (em 2008)

Setores Número
de projetos
Volume total
de investimentos
(mil R$)
Volume de
participação do
Itaú BBA (mil R$)
Categoria
Açúcar e Álcool 1 300.000,00 30.000,00 B+
Energia 6 1.988.500,00 234.817,00 B+
Indústria Extrativa 1 94.168,00 59.635,45 B+
Indústria de
Transformação
2 246.338,00 65.631,00 B+
Serviços 2 200.779,00 47.000,00 B+
Totais 12 2.829.785,00 437.083,45 B+

 

Gestão da ética

A gestão da ética é estratégica para o Itaú Unibanco e prevê a aderência sistemática de seus colaboradores aos valores corporativos, fator que influencia diretamente a imagem da organização e a segurança de suas operações. Itaú e Unibanco investiram, nos últimos anos, para estabelecer políticas e códigos de conduta, disseminar suas recomendações em todas as esferas dos bancos e desenvolver mecanismos de monitoramento dessas práticas.

No Unibanco, o Código de Ética e Conduta Profissional foi criado para orientar relacionamentos e atividades envolvendo colaboradores, clientes, investidores, fornecedores e competidores. Ele assegura que os interesses da instituição e de seus empregados estejam alinhados aos interesses dos consumidores existentes e potenciais. Os direitos humanos também são resguardados por esse documento. Em 2008, foi formado um grupo de trabalho, composto por representantes de diversas áreas, para revisar o código. A versão revisada é mais objetiva e apresenta novas diretrizes.

No Itaú, a Política Corporativa de Ética foi concebida de acordo com os valores e a visão corporativa, com compromissos externos, e com os requisitos das normas AA1000 e SA8000 e dos índices de sustentabilidade das bolsas de valores de Nova York e de São Paulo. A política foi criada com o objetivo de enraizar na cultura organizacional as diretrizes dos códigos de éticas internos (corporativo e setoriais) e externos (de associações empresariais e profissões liberais). A Comissão Superior de Ética, composta por executivos da organização, responsabilizava-se por acompanhar o cumprimento dessa política, executada por dois programas.

O Programa de Gestão dos Compromissos Éticos dota gestores e outros colaboradores de instrumentos e informações para resolver dilemas éticos e conflitos de interesse. Já o Programa de Educação Continuada em Ética dissemina, entre o público interno, os princípios, valores e padrões de conduta do banco.

Em 2008, o Itaú concluiu a segunda avaliação externa da Política Corporativa de Ética, que envolveu entrevistas com representantes do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva, realização de grupos focais, cruzamento dos componentes do sistema de ética do Itaú com benchmarkings dos EUA e da Europa e alinhamento das políticas corporativas aos requisitos de ética de ratings e princípios nacionais e internacionais. Os resultados dessa avaliação deverão ser utilizados pelo Itaú Unibanco para revisar sua atuação nessa área.

Tanto no Itaú, quanto no Unibanco, todos os colaboradores recebem um exemplar do código, que também está publicado na intranet e na Internet. Estruturas específicas encarregaram-se de monitorar a aplicação desse código.


 
 
 
 
Objetivos Projetos/Processos Frequência
Conselho de Administração
  • Aprovar modificações no Código de Ética Corporativo.
Anual
Comissão Superior de Ética
  • Encaminhar propostas de melhoria no Código de Ética Corporativo para o Conselho de Administração.
  • Definir e administrar a Política Corporativa de Ética e a Política Corporativa de Combate à Corrupção e à Propina (Políticas).
  • Monitorar o clima ético e avaliar o cumprimento das diretrizes das políticas nos negócios e operações da holding e de suas empresas.
  • Analisar as ocorrências de desvios de conduta nas empresas do conglomerado.
  • Deliberar sobre dúvidas de interpretação do Código de Ética Corporativo, dilemas éticos, conflitos de interesse e demais diretrizes das políticas.
Semestral
Comitês de Ética das Empresas Coligadas no Brasil e no Exterior
  • Deliberar sobre dúvidas de interpretação do Código de Conduta da empresa, dilemas éticos, conflitos de interesse e demais diretrizes das políticas.
  • Monitorar o clima ético e avaliar o cumprimento das diretrizes das políticas nos negócios e nas operações da empresa.
  • Analisar as ocorrências de desvios de conduta na empresas.
  • Encaminhar relatório anual para a Comissão Superior de Ética.
Trimestral
Comitês Setoriais de Ética (um por área executiva do Banco Itaú S.A.)
  • Monitorar o clima ético e avaliar o cumprimento das diretrizes das políticas nos negócios e operações da área de negócios.
  • Analisar as ocorrências de desvios de conduta da área de negócios.
  • Encaminhar relatório anual para o Comitê de Ética da empresa.
Trimestral