Relatório Anual 2012 Itaú Unibanco Holding S.A.

Desempenho econômico

EC1: Valor econômico direto gerado e distribuído, incluindo receitas, custos operacionais, remuneração, doações e outros investimentos na comunidade, lucros acumulados e pagamentos para provedores de capital e governos GRI 1.2

Em 2012 tivemos a receita, representada pelo produto bancário, de R$ 79,6 bilhões, custos operacionais, constituídos pelas despesas não decorrentes de juros; despesas tributárias de ISS, PIS, Cofins e outras e despesas de comercialização de seguros de R$ 38,4 bilhões e lucro liquido recorrente de R$ 14,0 bilhões.


* O modelo utilizado segue as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

34% Colaboradores (R$ 12.570.570,00)
28,9% Reinvestimento de lucros (R$ 10.698.988,00)
25,2% Impostos, taxas e contribuições (R$ 9.324.337,00)
9,3% Pagamentos para provedores de capital (R$ 3.448.944,00)
Total distribuído em 2012: R$ 37 bilhões

Saiba mais sobre a distribuição do valor adicionado

EC2: Implicações financeiras e outros riscos e oportunidades para as atividades da organização devido a mudanças climáticas GRI 1.2

Abordamos os riscos e as oportunidades relacionadas às mudanças climáticas em questionários como o do Carbon Disclosure Project (CDP), em índices de sustentabilidade de que participamos e em uma metodologia própria para identificar riscos e oportunidades ambientais, sociais e de governança corporativa que possam impactar no valor de mercado das empresas investidas. Essas ferramentas nos permitem identificar lacunas, encaminhadas pela governança de sustentabilidade.

Na concessão de crédito para empresas, os riscos de mudanças climáticas são considerados na análise de risco socioambiental, por meio de ferramentas como a categorização de risco socioambiental, o questionário de risco socioambiental e as diretrizes setoriais de determinadas áreas. Os clientes são categorizados em A (alto potencial de risco) e B (médio potencial de risco), de acordo com os riscos socioambientais associados aos seus setores de atividade econômica. Em ambos os casos, são avaliados critérios de sustentabilidade como: uso de energia, uso da água, lançamento de efluentes líquidos e descarte de resíduos sólidos, emissões atmosféricas e riscos para a saúde e segurança do trabalho.

Também possuímos quatro diretrizes setoriais específicas para empresas que desempenham atividades nos ramos de armas e munições, pesca, asbesto/amianto e extração e produção de madeira provenientes de florestas nativas.

Em 2012, aprimoramos ainda mais nossa gestão de risco socioambiental no financiamento de projetos ao considerar de maneira mais apurada os efeitos das mudanças climáticas. Seguindo os novos Padrões de Desempenho da International Finance Corporation (IFC), passamos a solicitar a quantificação das emissões de gases de efeito estufa aos projetos financiados – que deve ser relatada anualmente ao banco.

A ferramenta de categorização de risco socioambiental de projetos foi revisada recentemente para incorporar aspectos de mudanças climáticas. Ela é inspirada nas estruturas de identificação de risco de organismos multilaterais e inova ao verificar o risco global da operação por meio de um modelo matemático com base em variáveis sociais, ambientais e de mercado.

Além disso, como resultado da necessidade de nos capacitarmos internamente para identificar os movimentos dos clientes na adaptação e mitigação dos efeitos das mudanças climáticas, organizamos um treinamento presencial sobre o mercado de crédito de carbono. Participaram dessa capacitação as áreas Socioambiental, de Produtos, Jurídica e Project Finance com o objetivo de desenvolver produtos financeiros que possam auxiliar nossos clientes nesses movimentos.

Ainda em 2012, o banco teve uma participação de R$ 412 milhões na concessão de crédito e fiança a projetos de geração de energia eólica. Assessoramos mais de
R$ 2,9 bilhões em investimentos nesse setor, aumentando ainda mais o nosso papel como viabilizador de uma economia mais limpa.

Participamos da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2012 (COP 18), encontro que contou com 17 mil pessoas de 193 países, para definir novos compromissos para reduções significativas das emissões dos Gases de Efeito Estufa (GEE).

Patrocinamos ainda a primeira edição do programa de Gestão de Carbono na Cadeia de Valor, desenvolvido pela Câmara Temática de Energia e Mudanças Climáticas do CEBDS (CTClima). O objetivo foi apoiar nossos fornecedores na realização de seu primeiro inventário de emissões de GEE e sensibilizá-los para a necessidade de adaptar a gestão de seus negócios para os eventuais impactos em mudanças climáticas. Em 2013, o Itaú e outras dez organizações patrocinarão a segunda edição do projeto.

Grupos de discussão

Participamos ativamente de grupos de discussões multisetorais para debater sobre os impactos e as possíveis ações mitigadoras das mudanças climáticas. Entre eles, destacam-se Empresas Pelo Clima (EPC), Programa Brasileiro GHG Protocol e Fórum CTClima – promovido pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS).

O Itaú renovou, em 2012, sua contribuição como membro institucional da Academia Brasileira de Ciências (ABC). A parceria amplia as fontes de financiamento dessa instituição e é fundamental para a troca de conhecimentos entre a ABC e o setor privado. Em 2012, focou na interação com o recém-criado Grupo de Estudos sobre Prevenção e Gestão de Riscos de Desastres Naturais. Para 2013, está planejada a realização de um simpósio, que será desenhado juntamente com a Comissão de Sustentabilidade da CNseg, que trará discussões dos temas mais relevantes para o mercado.

Também em 2012, foi realizado o Simpósio Inter-relações Oceano-Continente no Cenário das Mudanças Globais para ajudar a construir uma base científica mais sólida sobre os processos oceânicos em grande escala.

Mudanças climáticas e as operações da Itaú Seguros

A relação entre a indústria de seguros e as questões climáticas é uma das variáveis que mais afetam a essência desse negócio. O mapeamento dos principais riscos climáticos pela Itaú Seguros está sustentado na Codificação de Desastres, Ameaças e Riscos, instituída pela Defesa Civil do Brasil. Fazem parte:

  • Desastres naturais de causas eólicas – vendavais e tempestades
  • Desastres naturais relacionados com temperaturas externas – granizos e geadas
  • Desastres naturais relacionados a inundações bruscas em áreas urbanas e inundações litorâneas
  • Desastres naturais relacionados com a geomorfologia, o intemperismo, a erosão e a acomodação do solo, como escorregamentos ou deslizamentos

Esses eventos, além de se materializarem em prejuízos financeiros significativos, causam potenciais tragédias sociais, ambientais e econômicas. As apólices de seguro, se contratadas adequadamente, são capazes de remediar o agravamento de situações críticas por meio do pagamento de indenizações para os afetados.

Mediante o conhecimento adquirido no tema, é possível pensar e desenvolver novos produtos, tecnologias e serviços que minimizem riscos socioambientais e econômicos e orientem os clientes sobre esses aspectos. Créditos de carbono, energias renováveis, estratégias de concessão florestal via manejo sustentável, vulnerabilidade climática de culturas agrícolas e planejamento urbano são oportunidades para atuação e fortalecimento para a Itaú Seguros.

Mudanças regulatórias também podem impactar as rotinas dos clientes, como a Política Nacional sobre Mudança do Clima – diretriz para a redução das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE). Utilizamos esse parâmetro para ajudar clientes a dedicarem investimentos em obras de modernização.

Diante desse cenário, em 2013 estruturaremos ações de engajamento (interno e externo) e a subscrição de seguros – com a regulação de sinistros e o desenvolvimento de produtos vinculados aos Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSS). Saiba mais sobre as iniciativas do banco em mudanças climáticas

EC4: Ajuda financeira significativa recebida do governo

Ajuda Financeira Significativa Recebida do Governo
Incentivos Fiscais/Créditos 2012
Doações ao Fundo Criança e Adolescente 17.388.245,27
Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) 5.383.904,16
Lei Rouanet 84.067.753,76
Patrocínio 17.188.705,94
Licença-Maternidade 1.686.433,44
Atividades audiovisuais 2.700.000,00
Total 128.415.042,57
Saiba mais sobre incentivos fiscais

EC6: Políticas, práticas e proporção de gastos com fornecedores locais em unidades operacionais importantes

Para que uma empresa componha o quadro de fornecedores, o Itaú Unibanco demanda a aderência ao código de ética e estabelece diversos critérios na seleção dos fornecedores, como: saúde financeira, desempenhos ambiental e social, qualificação técnica, custos e eficiência no desempenho das atividades. Em 2012, o processo de homologação, em que é verificado o cumprimento das obrigações legais e dos critérios relacionados mencionados anteriormente, foi simplificado, passando a concentrar esforços em fornecedores de categorias consideradas críticas.

O procedimento Conheça seu Fornecedor, implantado em 2011, viabiliza o cadastro de fornecedores, de forma que a identidade, a atividade e a idoneidade dos fornecedores e pessoas que mantêm relações comerciais com o banco sejam garantidas. Além das avaliações realizadas, possuímos um canal de comunicação (www.itau.com.br/fornecedores) com nossos fornecedores para compartilhar as práticas e políticas que adotamos em nosso negócio.

Empresas atuantes no mesmo estado de entrega dos materiais e execução dos serviços são classificadas como locais. A regionalização das contratações ocorre quando o mercado local dispõe de empresas capacitadas para fornecer produtos e serviços e agrega eficiência à operação. Em 2012, o gasto com fornecedores locais representou 78% do total direcionado aos prestadores de serviços.

A Redecard tem como diretriz em sua política de compras a contratação preferencial de fornecedores locais – aqueles que estão localizados no estado de São Paulo, onde está a sede corporativa da empresa. Em casos de prestadores de serviços em campo (operador logístico, por exemplo), são considerados fornecedores locais os que prestam serviços no estado em que estão sediados. Em 2012, a companhia passou a acompanhar os gastos com os fornecedores locais, que representaram 81,60% do total. A meta para os próximos anos é manter a utilização de prestadores locais superior a 80% do total.

A Redecard tem um Código de Ética e Conduta para Fornecedores com o objetivo de introduzir e compartilhar as principais diretrizes de gestão de negócios. O documento aponta os canais de denúncia disponíveis e aborda temas relacionados à ética, segurança da informação e sustentabilidade, além de encorajar os parceiros a adotarem e replicarem tais diretrizes. A adoção do Código é obrigatória a todos os parceiros contratados e está disponível no Portal de Compras Redecard.

Gastos com fornecedores locais discriminados por região:

Itaú Unibanco Redecard
Região Fornecedores Locais – % Região Fornecedores Locais – %
Centro-Oeste 89 Centro-Oeste 0
Nordeste 94 Nordeste 0
Norte 97 Norte 0
Sul 81 Sul 1,2
Sudeste 78 Sudeste 80
Total geral 78 Total Geral 82
Saiba mais sobre fornecedores locais

EC8: Desenvolvimento e impacto de investimentos em infraestrutura e serviços oferecidos, principalmente para benefício público, por meio de engajamento comercial, em espécie ou atividade pro bono

EC1: Valor econômico direto gerado e distribuído, incluindo receitas, custos operacionais, remuneração, doações e outros investimentos na comunidade, lucros acumulados e pagamentos para provedores de capital e governos

Em 2012, nossos investimentos sociais e culturais totalizaram R$ 197,5 milhões*. Eles são coordenados e geridos pela Fundação Itaú Social, o Instituto Unibanco e o Instituto Itaú Cultural – organizações que atuam para promover mudanças e avanços em áreas prioritárias, como a educação de crianças e adolescentes, o desenvolvimento da cidadania e a valorização da arte e da história brasileiras, e pelo próprio banco, com aportes para a mobilidade urbana e infraestrutura. Confira os principais investimentos culturais e sociais realizados em 2012.

*O total de investimentos sociais e culturais contemplam as iniciativas relatadas abaixo, entre outras.
Atuação Tema Cultural Projetos Abrangência Descrição e Impactos Investimento GRI EC1
Fundação
Itaú Social
Parcerias e Apoios Parcerias Canal Futura Nacional – Anual Apoio financeiro ao canal, que tem como missão contribuir para a formação educacional da população. Contrapartida de divulgação da marca. R$ 2,8 milhões
Unicef – Plataforma dos Centros Urbanos Rio de Janeiro – Anual Apoio ao programa, buscando garantir que crianças moradoras de comunidades populares dos centros urbanos obtenham todos os direitos como cidadãos. R$ 600 mil
Fundação Victor Civita São Paulo – Anual Apoio à Fundação, que tem como missão contribuir para a melhoria da qualidade da Educação Básica no Brasil por meio do patrocínio a projetos de desenvolvimento, cursos a distância e pesquisas acerca da Análise das Desigualdades de Desempenho Intraescola. R$ 238 mil
Programa Alfabetização Solidária Minas Gerais – Anual Apoio ao projeto de alfabetização de adultos. Aproximadamente
R$ 195 mil
Cidade Escola Aprendiz São Paulo – Anual Apoio ao programa que busca desenvolver e disseminar o Bairro-Escola para a criação de comunidades educativas. R$ 84 mil
Educação Integral Assessoria a Políticas Públicas Goiás, Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ) e Maringá (PR) Assessorar a estruturação e a implementação das políticas de educação integral em municípios e estados, com a formação dos profissionais envolvidos. Aproximadamente
R$ 1,7 milhão
Prêmio Itaú Unicef Nacional – Bienal (cada edição dura dois anos) O programa identifica e estimula o trabalho de ONGs que contribuem, em articulação com a escola pública, com a educação integral de crianças e jovens que vivem em condições de vulnerabilidade. Em 2012, ano de formação do prêmio, mais de 3.200 gestores de ONGs participaram das formações presenciais e a distância sobre educação integral. Aproximadamente
R$ 3,2 milhões
Jovens Urbanos São Paulo (SP), Pouso Alegre (MG) e Serra (ES) O programa expande o repertório sociocultural de jovens expostos a condições de vulnerabilidade social. Tem impacto de 77% na renda mensal dos participantes e de 49% no aumento de chances de eles conseguirem emprego, além de aumentar em 7,7 vezes o hábito de leitura. Em 2012, participaram 3.600 jovens e 25 ONGs. A metodologia foi sistematizada e disponibilizada para parceiros que queiram replicar o programa. Aproximadamente
R$ 5,3 milhões
Gestão Educacional Melhoria da Educação no Município Nacional O programa assessora lideranças de educação, em municípios de pequeno porte, na formulação e na gestão de políticas públicas educacionais. Em 2012, a metodologia foi sistematizada e disponibilizada para gestores públicos. A publicação conta com o mapeamento dos fluxos de gestão das secretarias e escolas. Aproximadamente
R$ 467 mil
Tutoria Goiás, Rio de Janeiro e Espírito Santo O projeto cria mecanismos de gestão e supervisão do trabalho pedagógico e atua na formação dos professores em serviço para qualificar sua ação em sala de aula. Em 2012, participaram 1.210 escolas e 584 mil alunos. Aproximadamente
R$ 1 milhão
Aproximação Família Escola Goiás, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo O programa desenvolve estratégias que auxiliam professores e gestores a intensificarem a participação dos pais na busca pela melhoria do aprendizado e favorecer a atuação do coordenador de pais nas escolas. A tecnologia tem sido apropriada por estados e municípios e será implementada em toda a rede pública do estado de Goiás. Aproximadamente
R$ 375 mil
Avaliação e Aprendizagem Goiás, Ceará, Espírito Santo e São Paulo O programa visa ampliar o uso da avaliação como ferramenta para melhoria da aprendizagem na educação básica. Em 2012, foram capacitados 100 técnicos de secretaria e beneficiadas 5.686 escolas. Aproximadamente
R$ 830 mil
Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro Nacional O programa visa aprimorar o ensino e a aprendizagem nas áreas de leitura e escrita das escolas públicas por meio da formação de professores de língua portuguesa e da mobilização de alunos e comunidade. A iniciativa se tornou política pública em 2008 em parceria com o MEC. Em 2012, 3 milhões de alunos e mais de 90 mil professores e 40 mil escolas participaram da olimpíada, que já chegou a 99% dos municípios brasileiros. Aproximadamente
R$ 14 milhões
Avaliação Econômica de Projetos Sociais Avaliação Econômica de Projetos Sociais Nacional Realizado em parceria com a área de Controles de Riscos e Financeiro do banco, o programa busca disseminar a cultura e a prática da avaliação econômica de projetos sociais e políticas públicas e avaliar o impacto e aperfeiçoar a gestão de programas desenvolvidos pela Fundação e por parceiros. Mais de 1.500 gestores de ONGs e de órgãos públicos já participaram dos cursos oferecidos. Em 2012, tivemos 490 alunos nos cursos e 840 participantes em seminários e encontros. Aproximadamente
R$ 5 milhões
Mobilização Social Voluntários Itaú Unibanco Nacional O programa busca promover a participação em ações sociais por meio do voluntariado. Mais de 8.500 colaboradores estão cadastrados no Portal Voluntários; em 2012, foram 8.125 atuações em ações voluntárias. Aproximadamente
R$ 4,1 milhões
Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente Itaú Criança Nacional O programa busca mobilizar colaboradores, clientes, parceiros e comunidade na busca pela garantia dos direitos da criança e do adolescente. Compreende três eixos: divulgação e defesa dos princípios e direitos definidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), formação e apoio a Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente (CDCAs) e promoção de direitos por meio do incentivo à leitura para crianças pequenas. Em 2012, a campanha de destinação de recursos aos Fundos da Infância e Adolescência, administrados pelos CDCAs, teve participação de 10 mil colaboradores com destinação de R$ 1 milhão. Foram doados, em 2012, 7 milhões de livros a 6 mil bibliotecas. Aproximadamente
R$ 25,8 milhões
Apoio a Projetos de Educação e Saúde Comunidade, Presente! Nacional O programa aproxima a nossa rede de atendimento do contexto social das comunidades em que está inserida e oferece um processo estruturado de atendimento, avaliação e encaminhamento dos pedidos de apoio pontual a projetos sociais. Em 2012, foram atendidos 73 projetos com 33 mil beneficiados. Aproximadamente
R$ 2,6 milhões
Espaços Públicos Passarela Verde Pinheiros, São Paulo A manutenção da passarela ocasionou a aproximação com a comunidade local ao melhorar a  infraestrutura e a segurança da região. R$ 72,5 mil
Itaú Unibanco Espaços
Públicos
Manutenção – Bem-Estar/Lazer Jabaquara, São Paulo Manutenção do Parque Lina e Paulo Raia, proporcionando lazer à comunidade vizinha. Aproximadamente
R$ 572 mil
Recuperação Estrutural de Ponto de Ônibus Lapa, São Paulo –
Entorno ao Centro Administrativo ITM
Manutenção do ponto de ônibus próximo ao Centro Administrativo ITM, gerando aproximação com a comunidade local. R$ 80 mil
Saúde e Lazer Doação de Equipamentos da Terceira Idade para a Subprefeitura do Jabaquara Jabaquara, São Paulo Doação de seis kits de equipamentos de ginástica para a terceira idade, contendo quatro aparelhos diferentes.
Conservação e manutenção do parque público, proporcionando à comunidade uma área verde para recreação.
Aproximadamente
R$ 42,2 mil
Meio Ambiente e Preservação de Espaço Público Praça Victor Civita São Paulo – tempo indeterminado GRI 1.2 Construída em uma área anteriormente degradada, hoje oferece gratuitamente ao público ampla programação cultural, esportiva, de lazer e de educação ambiental.
Patrocinamos sua construção em 2007 e somos um dos mantenedores do espaço.
R$ 170 mil
Parque do Carmo Olavo Egydio Setubal São Paulo – parceria até 2013 GRI 1.2 Revitalização do parque público na Zona Leste da cidade de São Paulo. A obra compreende a instalação de 17 novos bebedouros (modelo adaptado a pessoas com deficiência e animais de estimação), a reforma das portarias e guaritas internas, a melhoria de seis banheiros, tornando-os acessíveis a pessoas com deficiência, e a atualização de placas de comunicação. R$ 1,5 milhão (o valor total da obra será pago em 2012 e em 2013)
Mobilidade Urbana e Conservação do Mobiliário Urbano  Bike Rio Rio de Janeiro – parceria até 2013 GRI 1.2 Uma parceria com o município do Rio de Janeiro e a Serttel (empresa que opera a tecnologia) para empréstimo de bicicletas na cidade. Consiste em 60 estações e 600 bicicletas localizadas na Zona Sul e no Centro da cidade. R$ 12 milhões (divididos em duas parcelas de
R$ 6 milhões ao ano)
Adoção de Canteiros e Bicicletários no Rio de Janeiro Rio de Janeiro – parceria até 2014 GRI 1.2 Uma parceria com o município do Rio de Janeiro e a Serttel (empresa que opera a tecnologia) para a adoção de canteiros centrais e bicicletários – aproximadamente 3.440 m2 – nas Avenidas Vieira Souto e Delfim Moreira, nos bairros Ipanema e Leblon. O projeto prevê a conservação de áreas verdes e a manutenção de 20 bicicletários. R$ 6,8 milhões (divididos em três parcelas)
Bike Sampa São Paulo – parceria até 2015 GRI 1.2 Uma parceria com a prefeitura de São Paulo, a Serttel e a Samba para a implantação de 300 estações e disponibilização de 3.000 bicicletas na cidade até o fim de 2014. As estações são definidas em conjunto com a Secretaria de Transportes, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), os cooperadores e o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap).
O objetivo é propor estratégias para o fomento do uso de bicicleta na cidade de São Paulo, melhorando a qualidade de vida da população. Em 2012, foram instaladas as 100 primeiras estações, com 1.000 bicicletas, e atingimos a marca de 31 mil viagens e mais de 37 mil pessoas cadastradas. Em 2013, serão instaladas mais 100 estações nas zonas Central e Leste da cidade.
R$ 39 milhões
(divididos em três parcelas)
Instituto Unibanco Educação Jovem de Futuro - Validação São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Espírito Santo – tempo indeterminado GRI 1.2 Aumentar a efetividade de políticas públicas e melhorar a qualidade do ensino médio público.
Desde o início do projeto, em 2007, houve o acréscimo de 25 pontos na escala do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) nas escolas participantes dos estados Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Em 2011, entramos no segundo ciclo do projeto e, por essa razão, faremos uma nova avaliação de impactos no fim do ano de 2013.
Aproximadamente
R$ 24 milhões em 2012
PROEMI - Jovem de Futuro São Paulo, Ceará, Pará, Piauí, Goiás e Mato Grosso do Sul – tempo indeterminado GRI 1.2 Ação de gestão escolar que oferece às escolas públicas do Ensino Médio apoio técnico e financeiro. O objetivo é, em três anos, elevar o desempenho das escolas. Por gerar excelentes resultados aos participantes, tornou-se, em 2012, uma política pública, chamada Programa Ensino Médio Inovador Jovem de Futuro (PROEMI).
Os resultados alcançados em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul demonstram a contribuição da iniciativa para a melhoria do desempenho acadêmico do jovem de Ensino Médio. O projeto também contribui para o desenvolvimento de habilidades não cognitivas, como impulsividade, perseverança, organização, autoestima e criatividade.
Aproximadamente
R$ 16,9 milhões em 2012
Itaú Cultural Cultura e Difusão da Arte Brasileira Auditório Ibirapuera São Paulo Empregamos recursos para manter ativa a programação do Auditório Ibirapuera, equipamento público da cidade de São Paulo, que desde agosto de 2011 vem sendo administrado pelo Itaú Cultural. Em 2012,
169.659 pessoas assistiram às mais de 185 apresentações. Todos os recursos adquiridos com a venda de ingressos e a cessão de espaço são utilizados na manutenção e na melhoria das instalações.
O prédio também abriga um centro de ensino de música, que mantém os grupos musicais Furiosa do Auditório e Orquestra Brasileira do Auditório. Essa estrutura atende, por meio de cursos livres de música, 170 crianças e adolescentes – a maioria, alunos da rede municipal de ensino de São Paulo selecionados para integrar a Furiosa do Auditório.
Aproximadamente
R$ 12,7 milhões em 2012
Projeto Itaú Cultural Brasil e exterior A atuação do Itaú Cultural não visa à obtenção de lucro e não tem caráter comercial. Grande parte dos investimentos feitos pelo Itaú Unibanco no Itaú Cultural não passa pelos benefícios da Lei Rouanet e são recursos próprios do grupo. Em relação ao incentivo autorizado pelo MinC, que em 2012 foi de R$ 22.171.595,51, 40% é abatido do Imposto de Renda. O Instituto utiliza o artigo 26 da Lei Rouanet, que prevê recursos diretos como contrapartida no uso do incentivo fiscal. Essa posição vem sendo adotada historicamente pelo grupo Itaú Unibanco na instituição. Aproximadamente
R$ 57,7 milhões em 2012 – sendo 35.504.188,76 investimentos diretos do Itaú Unibanco (sem intermédio da Lei Rouanet).
Saiba mais sobre nossos invenstimentos em infraestrutura.

EC9: Descrição de impactos econômicos indiretos significativos

Em 2012, a Comissão de Sustentabilidade e o Comitê de Sustentabilidade da Redecard aprovaram a Matriz de Impactos Econômicos Diretos e Indiretos da Redecard e do Instituto Redecard1.

Entre as informações mapeadas nas matrizes, estão:

Matriz de Impactos Econômicos – Redecard
Impacto Econômico Negativo Positivo
Direto
  • Risco de fraude para o lojista
  • Risco de indisponibilidade da rede para o lojista
  • Credenciamento de estabelecimentos com atividades legalizadas
  • Descredenciamento de estabelecimentos envolvidos em atividades ilícitas
  • Disponibilização da antecipação de recebíveis para gestão de fluxo de caixa de pequenos e grandes estabelecimentos
  • Segurança para o estabelecimento
  • Melhoria de controle gerencial/financeiro para o estabelecimento
  • Acesso e inclusão ao lojista por meio de uma plataforma multibandeira, possibilitando a captura de bandeiras regionais, nacionais e internacionais
  • Diminuição de inadimplência ao lojista (menor uso de cheques)
  • Redução de fraude pelo recebimento de numerário falsificado
Indireto
  • Risco de fraude para o portador do cartão
  • Risco de indisponibilidade da rede para o portador do cartão
  • Formalização da economia
  • Desincentivo das atividades ilícitas da economia
  • Combate a fraudadores
  • Aumento da competitividade de pequenos e grandes estabelecimentos
  • Segurança e facilidade para os portadores de cartão
  • Acesso para o portador a meios eletrônicos de pagamento em diferentes regiões e países
  • Viabilização de negócios para as bandeiras
  • Aumento da capacidade de atuação geográfica das bandeiras regionais
  • Aceitação de bandeiras regionais presentes em comunidades com menor renda
  • Inclusão financeira do portador de cartão
  • Empregos indiretos
  • Capacitação dos terceiros do call center para aumentar empregabilidade
  • Economia ao Bacen na emissão de papel moeda e cheques devido à substituição pelo plástico


Matriz de Impactos Econômicos – Instituto Redecard2
Frentes do Instituto Redecard Impacto Econômico Direto e Indireto Positivo
Fortalecimento Institucional de ONGs 
  • Melhoria na captação de recursos do terceiro setor.
  • Aldeias Infantis 2011: após 11 meses de programa, 45% dos gestores das Aldeias Infantis aumentaram em até 25% a captação de recursos local.
  • Visão Mundial 2012: realizado de agosto a outubro de 2012, o programa capacitou 20 líderes de organizações da Rede da ONG Visão Mundial em Fortaleza. Em 2012, 20 ONGs foram beneficiadas.
Aceleradora de Impacto – Artemisia
  • Acesso a produtos e serviços de qualidade para a população de baixa renda.
  • Atração de investimentos e melhoria na receita dos negócios sociais.
  • A segunda edição do programa contou com a participação de seis negócios sociais, que tiveram um incremento de 357% em suas receitas durante o período do programa, aumentaram o quadro de funcionários em 47% e ainda alcançaram 52 vezes mais a população C-, D e E. Além disso, foi articulado um total de R$ 4,5 milhões em investimentos de terceiros para os negócios acelerados.
Sustentabilidade nos Pequenos Negócios Melhoria de gestão, eficiência, competitividade e sustentabilidade para empreendedores de pequenos negócios. Até dezembro de 2012, cerca de 240 empreendedores em 9 cidades (São Paulo, Salvador, Campinas, Belo Horizonte, Fortaleza, Manaus, São Luis, Natal e Recife) participaram do programa.
1. As informações desse indicador contemplam os dados de Redecard.
2. Mais informações em www.institutoredecard.org.br.

Outras respostas referentes ao EC9 encontram-se no indicador SO1 e no capítulo Engajamento com públicos de relacionamento (Sociedade).